DO Globo
Aposta forte dos candidatos para as eleições deste ano, a internet já é uma terra sem lei para os próprios xerifes do processo. Procuradores eleitorais, responsáveis pela fiscalização do pleito, reconhecem que não têm como mitigar a propaganda antecipada no espaço virtual, tampouco as irregularidades que serão cometidas após o início da campanha oficial, em 5 de julho. Por ora, as ações contra políticos que avançam o sinal na web têm sido amostrais, diante do volume de material veiculado e das dificuldades que a própria rede impõe. Muitos sites já estão hospedados em provedores estrangeiros, longe do alcance das autoridades brasileiras. Historicamente enxuta, a estrutura para o controle não cresceu.
- Considerando a imensidão de sites, blogs e outros meios virtuais, é impossível fiscalizar. A gente não tem condições - resume a subprocuradora geral eleitoral, Sandra Cureau. - Como você controla todos os sítios? - questiona ela, dizendo que o trabalho dependerá bastante das denúncias de cidadãos e candidatos.
A Procuradoria Geral Eleitoral conta com cerca de 25 pessoas para as atividades de controle das campanhas presidenciais, não só na internet. Por ora, não há medidas contra propaganda extemporânea na rede, a despeito das inúmeras iniciativas.
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