O valor total da obra cresceu e foi reduzido. Depois da previsão inicial de 705 milhões, uma revisão do governo do estado empurrou os gastos para 956 mihões. O valor foi rejeitado pelo Ministério Público Federal (MPF), o TCU e a Controladoria Geral da União (CGU) – que integram o chamado Grupo de Trabalho da Copa (GTCopa de fiscalização). O grupo levantou graves suspeitas de superfaturamento, obrigando o governo a reduzir o orçamento final em 97 milhões de reais de imediato, em 2011. Mesmo assim, ainda há número sendo contestados.
E os inimigos da redução de preço são os aditivos - nome que resume a forma de extrapolar legalmente o valor de uma obra causando grande satisfação aos empreiteiros. O TCU analisa agora, a pedido do MPF, aditivos que somam 92 milhões de reais – o mais recente, de 25 milhões, do último dia 16.No momento, o valor contratado já voltou aos 951 milhões de reais, bem próximo do total rejeitado pelo GTCopa.
Dadas as adaptações necessárias para a entrega definitiva do estádio para a Copa das Confederações, é muito provável que a obra supere a marca do bilhão. “Pedimos ao TCU para fazer uma análise desses aditivos que, por uma coincidência, já chegam ao mesmo valor de antes. Queremos entender os fundamentos para saber se não foi uma tentativa de driblar a fiscalização”, afirmou o procurador do MPF, Vinícius Panetto.
Da Revista Veja
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