Uma tarde de saúde para as reeducandas da Colônia Penal Feminina de Buíque




Por meio de uma peça teatral realizada por arte educadores, as apenadas da unidade puderam esclarecer dúvidas e receber orientações sobre exames de mama, prevenção às DST e ao câncer de colo do útero. Iniciativa do Patronato Penitenciário de Pernambuco em parceria com as secretarias de saúde e da mulher de Caruaru


Inserido na programação da Semana de Direitos Humanos do Agreste Meridional, ocorrida na última semana, de 08 a 12 de abril, o Mutirão de Direitos promovido pelo Patronato, órgão vinculado à Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos (SEJUDH), da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDSDH), beneficiou cerca de 60 mulheres da Colônia Penal de Buíque com orientações e realização de exames de mama, prevenção às DST e ao câncer de colo do útero.

Segundo a superintendente do Patronato, Zuleide Lima, por meio dessa atividade o patronato pôde, além dos serviços de saúde, orientar as reeducandas que num futuro próximo farão parte do público atendido pelo órgão.

“As 60 mulheres estão no regime semi aberto ou próximo a alcançar a progressão de regime. Queremos informá-las que existe um órgão para dar suporte jurídico, psicológico, pedagógico e social quando ela estiver em liberdade, auxiliando-a na sua reintegração social”.

Ainda de acordo com Zuleide, o acesso a saúde e ao apoio sócio-jurídico foi identificado como uma das maiores queixas das reeducandas da unidade de Buíque, fato este que só amplia a importância da atividade e impulsiona a equipe a percorrer todas as unidades do semi-aberto do Estado.

“A demanda é grande. Levaremos o Mutirão de Direitos a todas as unidades do semi aberto em Pernambuco ao longo das Semanas de Direitos Humanos. Já passamos por Canhotinho e Buíque e iremos para Petrolina, Abreu e Lima e Recife”, afirmou.

Para a diretora adjunta da unidade, Marilúcia, a ação do Patronato, em parceria com as secretarias de saúde e da mulher de Caruaru, foi uma das melhores coisas que já aconteceu na Colônia de Buíque. Ela cita a distância dos grandes centros e escassez de recursos como principais complicadores para uma melhoria na qualidade de vida das reeducandas.



Atenciosamente,


Assessoria de Imprensa e Comunicação

Postar um comentário

0 Comentários