Baixa popularidade de Dilma muda estratégia dos partidos para 2014

PDT
O presidente do PDT, Carlos Lupi (RJ), chegou a dizer à presidente que a costura de aliança ficará para 2014: “Nunca disse que a aliança estava fechada, mesmo depois da nomeação do Manoel Dias [ministro do Trabalho]“.

PRB
Marcos Pereira, presidente da legenda, também deixa duas definições para o ano que vem. Para ele, está cedo para sacramentar a aliança. “No cenário nacional, a coisa está feia”, diz. O PRB ocupa o Ministério da Pesca, com Marcelo Crivella.

PSD
Recém-acomodado na Esplanada com Guilherme Afif na pasta da Micro e Pequena Empresa, o PSD, de Gilberto Kassab, também se retraiu. Há um mês, a sigla fechou o apoio de 14 dos 27 diretórios estaduais à reeleição de Dilma. A consulta aos outros 13 Estados só será retomada no mês que vem. Em Minas, p PSD não abre mão do apoio a Aécio.

PSB
O baque de Dilma realimentou as pretensões eleitorais do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). Opositores da ideia de candidatura própria no partido se recolheram. Apontado como um defensor da manutenção do apoio a Dilma, o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, afirma que a pré-candidatura de Campos “permanece em pé”. “O clima de já ganhou não existe mais. Agora, é preciso esperar para ver se ela consegue reverter a queda”, afirmou Amaral.

PP
O discurso é que “ainda nada mudou”.

PTB
O presidente licenciado do PTB, Roberto Jefferson, mantém contato com o PSDB. Já o atual presidente, Benito Gama, nomeado diretor do Banco do Brasil, diz que a união com Dilma está selada.

PMDB
Principal aliado do PT, o PMDB se vale da fragilidade para exigir mais espaço no governo. “Não temos ministérios. Temos ministros”, reclama Geddel Vieira Lima. O partido tem no líder Eduardo Cunha (RJ) um simpatizante, ainda que reprimido, do “volta Lula”.


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