Operadoras ameaçam que a alegria do usuário do celular pré-pago vai durar pouco

Semana passada, um tribunal federal decidiu que os créditos do pré-pago não terão mais prazo de validade. Se você recarregar com R$ 13, por exemplo, não terá apenas 30 dias para usá-los – você pode usá-los quando quiser.

Esta semana, as operadoras disseram que não gostaram da novidade, e que essa alegria vai durar pouco: sem o prazo máximo nos créditos, os serviços do pré-pago podem ficar (ainda) mais caros. Por que, operadoras?

Basicamente, porque linhas pouco ativas custam caro para elas. Até então, isso era compensado pelo prazo de validade: se você quer continuar usando a linha, deposite mais dinheiro nela. Agora, essa fonte de renda pode secar.

Além disso, há os impostos: cada operadora precisa recolher, todo ano, R$ 13,42 para cada linha ativa – mesmo que seja pouco usada. Esta é a taxa anual do Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). Multiplique isso pelos 265 milhões de linhas móveis em funcionamento, e você chega a um valor enorme.

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