Representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam esta manhã as agências da Caixa Econômica Federal (CEF) em três municípios de Pernambuco: Limoeiro, Timbaúba, Serra Talhada e Caruaru. As famílias exigem que sejam resolvidas todas as pendências dos convênios para a construção das casas em assentamentos da Reforma Agrária, que têm inviabilizado a conclusão das obras.
De acordo com o MST existem hoje cerca de 600 casas com obras paradas por falta de recursos. O movimento se queixa ainda de lentidão no processo de medição das áreas ou na liberação dos recursos. As famílias exigem um complemento de R$ 7 mil para cada casa, para a construção de acordo com planta elaborada no pelo convênio. Hoje o valor total do convênio, que é uma parceria entre o instituto Nacional de Colonização e Reforma Agraria (Incra) e a Caixa Econômica Federal (CEF) é de R$ 11 mil para cada casa.
Em Caruaru, uma comissão do MST reuniu-se hoje com a Superintendência da Caixa. O movimento promete continuar ocupando as agências até que as famílias tenham uma resposta positiva para suas reivindicações.
Com informações do Diário de Pernambuco
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