Leitor e sua nota de repúdio

AOS PÉSSIMOS PROFISSIONAIS, MINHA NÃO AGRADÁVEL E NECESSÁRIA SOLIDARIEDADE.

Quem já esteve na Receita Federal em Serra Talhada e que tenha o mínimo de senso crítico e seja um pouco observador, com certeza deva ter percebido quanto ao atendimento que é prestado aos cidadãos que ali frequentam (claro que os amiguinhos dos que ali trabalham estão fora deste contexto, isto é de praxe), a arrogância e prepotência daqueles meros funcionários (uns nem olham para você, parecem até certos tipos de médicos que receita sem sequer olhar para o paciente, aos estilos bem Pernambuco interiorano das brenhas das quantas), que mais parecem ser donos da autarquia e que com certeza devam achar o Brasil um país super organizado em matéria de arrecadação de impostos (devem aqueles funcionários procurar se informar quanto a baderna e bagunça que é nosso país em matéria de arrecadação e distribuição justa e digna de impostos, para que vejam a catástrofe do seu real pedantismo), e provavelmente sejam estes errôneos critérios que alimentam seus pequenos egos e os fazem sentir degraus acima quanto à teoria da evolução das espécies, outro tipo de gente). Chego a me questionar que tipos de bichos humanos, iguais em constituição biológico a mim, são aqueles, não todos, funcionários da Receita Federal em Serra Talhada e não só em Serra Talhada! Será que é o tipo de funcionário público federal (grande coisa!) que tem um rei na barriga, chamado c...? Será que é do tipo de funcionário público federal que leva ao ambiente de trabalho seus inevitáveis probleminhas pessoais familiares e não sabendo discerni-los profissionalmente, tratam as pessoas que ali vão, sem nenhum profissionalismo e com suas terríveis cara feias onde um sorriso e simpatia com certeza é algo impossível de ser expressado (resultado geralmente de pessoas que detestam ou nunca leram um excelente livro, ou são atolados em seus traumas de infância e odeiam a palavra psicólogo)? Ou Será que é do ti po de funcionário público federal que são remanejados e colocados para lidar com o povo sem ter o mínimo de conhecimento ou treinamento sobre a cadeira Relações Públicas? Sugiro uma reunião por parte da chefia daquela autarquia junto a psicólogos, assistentes sociais e funcionários, para uma conclusão sobre a questão pautada aqui.
É de emergencial necessidade uma mudança no quadro funcional de diversas autarquias, hospitais e bancos, e quem não queira trabalhar com profissionalismo devem ser aposentado proporcionalmente e colocado um mais competente e interessado no seu lugar. Nosso país precisa de mudanças radicais em todos os setores, principalmente nos que envolvam estes tipos de maus profissionais, para que só assim aqueles mais humildes e iletrados sejam tratados pelo menos com o mínimo de respeito uma vez que, todos os empregados públicos, do vereador passando pelo funcionalismo até o presidente da república, são empregados do povo brasileiro que pagam seus impostos sobre qualquer mercadoria em circulação dentro do território, em dia. Agora, além de ter que pagar a maior carga tributária do mundo, ainda ter que aguentar péssimos e maus profissionais atolados em seus falsos egos, típico de muitos, é inaceitável. Embora pareça por enquanto uma utopia as colocações não simpá ticas e que não estão aqui para agradar aos péssimos, acima citadas sobre a questão organização do caótico quadro de milhões de trabalhadores, sugiro as chefias imediatas encaminharem (até a si próprio se for o caso) todos os maus e péssimos funcionários para o divã do psicólogo ou divã do psiquiatra, porque com certeza e de forma profissional e competente todas as pútridas e terríveis lembranças cristalizadas que desenvolvem e criam em determinadas pessoas a decadência que elas próprias imperceptivelmente se tornam na sua quase total inatingível maturidade (existem milhões de pessoas que envelhecem imaturos e imbecis sem perceberem ou conseguirem se descobrir em sua totalidade), sejam tratadas, para que só assim e de nenhuma outra maneira tenhamos ótimos profissionais a trabalhar pelo amor ao serviço e ao seu dia a dia e não apenas à frustrada obrigatoriedade para se manterem em sua sobrevivência capital, pessoal e social, egoísta até a medula. Tem tratamento.

Washington Teotônio

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