Leitor garante que viu um Lobisomem


Um leitor do povoado de Guaratinga na Bahia,  enviou um e-mail a nossa redação para relatar um fato assustador, o mesmo teria visto um animal que descreve como se fosse um Lobisomem, o assunto é curto, temos o contato do mesmo para saber um pouco sobre esse assunto tão exótico, confira o conteúdo do e-mail:

"Meus amigos aqui em Porto Seguro eu nunca vi um Lobisomem, mas em um lugar chamado Cajuíta eu fiquei frente a frente com um e tenho certeza que existe, pois eu vi, digo pra vocês que não é mole não, ele não me atacou mais eu fiquei com muito medo, mas agora estou preparado e se algum de vocês quiserem conversar sobre isso me adicione quero me comunicar com algumas pessoas que estejam dispostas a cassarem essas coisas sobrenaturais para provarem para pessoas que realmente existe.

Jorge"

Nosso blog pesquisou um pouco sobre essa lenda:


Contam às lendas que ser lobisomem é questão de destino, qualquer criança incestuosa, como também o filho de uma comadre com compadre ou padrinho com afilhada, podem vir a ser um. Nos pampas gaúchos, corre a história de que se o sétimo de um casal se deitar em algum lugar que o bicho ocupou, torna-se igual a ele. Há quem diga, que para ser lobisomem, basta ser o sétimo filho (caçula) de um casal ou o oitavo filho homem depois sete filhas mulheres.

Em Santa Catarina, afirma-se que, se nasceram, consecutivamente, numa família, sete filhos varões, o último deve ser chamado Bento, caso contrário vira lobisomem.

Na zona do brejo paraibano descrevem-no como um homem normal que, em certas horas, e em dias determinados e sob determinadas circunstâncias, toma o aspecto de um animal e sai a correr o fado, cumprindo o castigo imposto pela Divina Providência pelo pecado de adultério de compadre com comadre, de devota com padre, dos incestuosos e blasfemos… 

O povo simples e crédulo, em geral, sente pena deles, por considerá-los, antes de mais nada, pecadores em penitência.

Todo sertanejo sabe que o lobisomem é um sujeito doente, muito pálido e meio avesso ao trabalho, fatigado nos modos e meio misteriosos nos movimentos. Não se alimenta bem, Vive quase do vento, mas não morre facilmente.

Rosane Volpatto



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