Teve início na última sexta-feira (13), no município de Jatobá/PE, o Encontro dos atingidos e atingidas pelos Grandes Projetos do Governo Federal no sertão do estado. O Encontro reunirá dezenas de representantes de comunidades camponesas impactadas pelas grandes obras em curso na região, a exemplo da Transposição do Rio São Francisco, da Transnordestina, além de reassentados atingidos pela barragem de Itaparica, da Chesf. A atividade é organizada pelas Equipes de CPT do sertão do Pajeú e de Floresta e acontece até hoje (15).
A CPT vem acompanhando dezenas de comunidades camponesas que foram ou estão sendo expulsas de suas terras e que sofrem todo tipo de violência e violações de direitos por parte destes grandes projetos desenvolvimentistas do Estado brasileiro. Por isso, um dos objetivos do Encontro será “continuar a identificação das problemáticas que estão sendo enfrentadas por essas comunidades, continuar o monitoramento dos impactos e violações de direitos causados pelo avanço do capital no campo, a partir destes grandes empreendimentos Estatais”, ressalta Denis Venceslau, agente da CPT Pajeú.
Com esse encontro, as Equipes de Floresta e do Pajeu pretendem contribuir na articulação das comunidades camponesas atingidas e fortalecer a luta pela garantia de direitos, a terra e ao território. Para a CPT, na medida em que avançam os grandes projetos avançam os impactos e a violência sobre as comunidades camponesas. No entanto, as comunidades reagem e resistem ao avanço destes grandes empreendimentos. Algumas comunidades que estarão representadas no Encontro já são conhecidas na região pelo histórico de violência a qual estão submetidas e também pela organização em busca de seus direitos e pela permanência na terra e território. É o caso da comunidade de Varzinha, em Serra Talhada, atingida pela obra da Transnordestina; o assentamento Serra Negra e a Agrovila 6, em Floresta, atingidos pelas obras da Transposição, além de reassentados pela barragem de Itaparica, construída pela Chesf.
Com esse encontro, as Equipes de Floresta e do Pajeu pretendem contribuir na articulação das comunidades camponesas atingidas e fortalecer a luta pela garantia de direitos, a terra e ao território. Para a CPT, na medida em que avançam os grandes projetos avançam os impactos e a violência sobre as comunidades camponesas. No entanto, as comunidades reagem e resistem ao avanço destes grandes empreendimentos. Algumas comunidades que estarão representadas no Encontro já são conhecidas na região pelo histórico de violência a qual estão submetidas e também pela organização em busca de seus direitos e pela permanência na terra e território. É o caso da comunidade de Varzinha, em Serra Talhada, atingida pela obra da Transnordestina; o assentamento Serra Negra e a Agrovila 6, em Floresta, atingidos pelas obras da Transposição, além de reassentados pela barragem de Itaparica, construída pela Chesf.
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