Folha de Pernambuco destaca denúncia contra vice-prefeito de Serra Talhada


Informações do Blog do Magno
Reportagem da Folha de Pernambuco de hoje dá conta de que um grupo formado por sete pessoas, entre vereadores e representantes de partidos, protocolou em diversos órgãos de controle uma denúncia contra o vice-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), candidato à sucessão do prefeito Carlos. Diz a reportagem de Jumariana Oliveira que “os vereadores Paulo Melo (PR), Márcio Oliveira (PTN) e Gilson Leite (PSD) e mais quatro representantes de partidos enviaram, no mês passado, um relatório para a Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunais de Contas do Estado e da União denunciando possíveis irregularidades na compra de alimentos fornecidos ao município. Há a suspeita de desvio de dinheiro público na compra de produtos de origem animal e derivados do leite.”
O desvio estaria sendo feito através da aquisição de alimentos que deveriam ser comprados a produtores do próprio município. A suspeita é que os produtos estariam sendo comprados por um preço inferior fora da cidade. “Os envolvidos estariam realizando a fraude através de um programa do Governo Federal, chamado Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA), que tem a finalidade de fortalecer o agricultor familiar local, especialmente os que produzem em pequenas quantidades, e que atende a necessidade das cidades, como a merenda escolar.”
SAQUE NO CAIXA

Diz ainda a reportagem da Folha: “A suspeita de que o vice-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), estaria envolvido na fraude da compra de alimentos surgiu através de alguns relatos feitos por produtores locais. Um deles é o presidente da Cooperativa dos Produtores de Luanda (Coopal), José Maurício de Lima. Na sua declaração, anexada ao relatório entregue aos órgãos de controle, José Maurício de Lima alegou que a Coopal não produz nem comercializa carne de caprino, filé de tilápia, iogurte e achocolatados. 
O agricultor relatou ainda que foi orientado por Kenia Maria, que é membro do Conselho Municipal de Desenvolvimento Sustentável (CMDRS), para a organização da retirada de notas fiscais.
“Os recursos financeiros creditados na conta da nossa cooperativa eram assinados por mim e Edivaldo Mourato, diretor financeiro, e atendendo às orientações do Sr. Luciano Duque, éramos acompanhados até o banco. O dinheiro era sacado e entregue aos senhores acima citados sem nenhum recibo”, relatou

Postar um comentário

0 Comentários